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TIRADENTES - Kailany & Emily


TIRADENTES - PROJETO DO BLOG DA TURMA
TIRADENTES


1- Aleijadinho. Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.
2- Escreva explicando sobre o pai de Tiradentes. Domingos da Silva
Santos. Pág. 39 Na margem direita do Rio das Mortes, localizava-se a Fazenda do Pombal, que pertencia à jurisdição de São João Del Rei, embora o governo, em 1889, tenha dado o nome de Tiradentes para a cidade de São José Del Rei. Nesta fazenda, foi morar um casal de agricultores brancos, cristãos velhos, o português Domingos da Silva Santos e sua esposa brasileira, dona Antônia da Encarnação Xavier. Após muito trabalho no amanho da terra, o agricultor prosperou, passando a se dedicar também à mineração. Em pouco tempo, já possuía 35 escravos, embora não chegasse a ser rico. Com a consequente melhora de vida, Domingos resolveu se aventurar na política, tendo sido eleito para o cargo de vereador da Câmara de São José Del Rei entre 1755 e 1757. Também ocupou o cargo de almotacé, um importante posto de fiscal na época do Brasil colônia, função só exercida por pessoas de total confiança pelos membros do Senado da Câmara. 
3- Escreva explicando sobre Sebastião Ferreira Leitão. Pág. 40 Os irmãos se separaram e cada um foi para um canto, ficando aos cuidados de algum parente.
Joaquim José da Silva Xavier, agora com onze anos, acabou sendo recolhido à casa de seu padrinho, que morava na vila de São José Del Rei. Sebastião Ferreira Leitão era dentista e, vendo que o menino se mostrava bastante interessado na profissão, aos poucos passou a lhe ensinar os rudimentos do ofício. Dizem que ele se dedicou com tal afinco a este trabalho, que logo já era capaz de arrancar dentes com bastante ligeireza e fazia próteses muito semelhantes a dentes verdadeiros. Foi uma atividade que desempenhou ao longo de toda a sua vida, mesmo quando exercia as funções de alferes na Companhia dos Dragões. Muitas vezes, tratava seus pacientes sem nada lhes cobrar, bastando para si apenas a certeza de que estava levando alívio e conforto aos seus semelhantes.
4- Teria Tiradentes sido o primo pobre? Explique. Pág. 41 Teria Tiradentes sido o “primo pobre” da inconfidência, como afirmam alguns historiadores, que
quiseram ver no movimento pela libertação da pátria apenas um enorme calote que senhores abonados da colônia quiseram aplicar na Real Fazenda, quando souberam que teriam parte de suas fortunas confiscadas pela decretação da derrama? Senão, vejamos.
5- 1757. Com a morte do pai como Tiradentes passou a viver? Explique.
Pág. 42 Com a morte de seu pai em 1757, o jovem rapazinho viu-se obrigado a ir atrás de trabalho para
ajudar a família. Pouco tempo se dedicou a cultivar a terra, pois não lhe agradava ser lavrador. Decidiu, portanto, morar com o seu padrinho, Sebastião Ferreira Leitão, que passou a lhe ensinar o ofício de arrancar dentes, como já ficou dito
6- Tiradentes destacou-se como Alferes? Explique. Pág. 43 Por ser destemido e determinado, destacou-se como alferes, tornando-se um soldado exemplar.
Era ele quem sempre acabava sendo escolhido para ficar com as tarefas mais arriscadas e difíceis. Mesmo assim, em quatorze anos que serviu como alferes, jamais foi promovido, enquanto que outros iam galgando os postos, ainda que tivessem ingressado na carreira militar bem depois dele. É provável que Tiradentes não tenha subido de cargo por ser mazombo[21], porque os portugueses não apreciavam a ideia de serem comandados por brasileiros.
7- E como teria sido a vida amorosa de Tiradentes? Pág. 44 E como teria sido a vida amorosa de Tiradentes?
Até onde se sabe, o alferes não foi muito feliz no amor. Ele era bastante mulherengo e teve várias mulheres, mas todos os seus casos foram efêmeros. Gostava das mocinhas trigueiras, sobretudo se fossem novas. Porém, não se casou na igreja, permanecendo solteiro por toda a vida.
8- Quem era José Álvares Maciel? Explique. Pág. 46 Tendo nascido em Vila Rica no ano de 1760, José Álvares Maciel pertencia a uma das famílias
mais ricas e importantes da cidade. Seu pai era o capitão-mor José Álvares Maciel, homônimo do filho, e sua mãe Dona Juliana Francisca de Oliveira Leite. Em 1782, embarca para a Europa com o objetivo de estudar na Universidade de Coimbra. Muitos historiadores afirmam que ele se formou em Ciências Naturais, mas o seu diploma, que se encontra hoje no Museu da Inconfidência, patenteia que o rapaz recebeu o “grau de Bacharel da Faculdade de Filosofia” no mês de julho de 1785, obtendo nota máxima de seus mestres, ou seja, “nemine discrepante”. Depois disso, à custa do pai, que lhe dava uma mesada de 10$000 (dez mil réis), decidiu aprofundar seus conhecimentos na França e na Inglaterra
9- Gente instruída e abastada. Se a independência fosse proclamada. O

que alegavam? Pág. 49 Se decidiram se aventurar em empresa tão arriscada, pois o crime de lesa-majestade era o mais grave que um súdito poderia cometer, é porque estavam desesperados. Embora ricos, quase todos deviam altas somas à Coroa, em virtude dos quintos e outros impostos. Se a independência fosse proclamada, eles imaginavam que suas dívidas seriam perdoadas pela nova república e, por isso, alegavam: “Queremos a pátria independente, a cultura livre, a exploração livre, a abolição dos impostos, que são o cativeiro e o roubo, a Universidade, e conosco a Justiça, a Administração e o Governo”. 

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